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03.02.2020
RETROSPECTIVA NEUROEVIDENCE

Em uma revisão sistemática foi comparado o uso do andador anterior e posterior em crianças com paralisia cerebral, afim de determinar se há evidência suficiente para prescrever um tipo de andador em detrimento do outro.


🔎Foram incluídos seis estudos, porém todos os estudos tinham tamanhos amostrais pequenos. Os resultados incluíram velocidade, inclinação pélvica, flexão do quadril, flexão do joelho, comprimento do passo, comprimento da passada, cadência, tempo de apoio duplo, consumo de oxigênio e preferência dos participantes / pais. O resultados mostraram que velocidade, flexão do tronco / inclinação pélvica e estabilidade podem ser melhoradas usando um andador posterior. Quanto a preferência dos participantes / pais o andador posterior foi o mais escolhido, no entanto a heterogeneidade e a baixa qualidade das evidências existentes impediram a recomendação de um tipo walker. Estudos bem desenhados e com poder adequado são necessários para informar as recomendações clínicas.


📚Marilyn Poole, Doug Simkiss, Alice Rose & François-Xavier Li (2018) Anterior or posterior walkers for children with cerebral palsy? A systematic review, Disability and Rehabilitation: Assistive Technology, 13:4, 422-433, DOI: 10.1080/17483107.2017.1385101
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