Curso Fisioterapia Oftálmica – Avaliação e Tratamento: 3ª edição

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Imaginando que você acho interessante o assunto tratado no último email sobre o campo da Fisioterapia Oftálmica, trouxemos pra você hoje algumas informações muito úteis sobre um distúrbio bastante incidente na população: O ESTRABISMO

O estrabismo pode ser caracterizado como a perda do paralelismo entre os olhos. Ocorre a formação de imagens duplas, o que, normalmente, causa extremo desconforto. Geralmente, até os três meses de idade, um grau moderado de estrabismo pode ser normal, isso decorre da falta de amadurecimento nervoso e muscular, mas deve ser corrigido naturalmente em pouco tempo.

O estrabismo pode se manifestar de três formas:

– O estrabismo convergente: quando o desvio de um dos olhos ocorre para dentro;

– O estrabismo divergente: quando o desvio de um dos olhos ocorre para fora;

– O estrabismo vertical: quando um olho fica mais baixo ou mais alto do que o outro.

Os desvios podem ser permanentes ou intermitentes (neste caso, ora o olho está desviado, ora está alinhado).

Causas do estrabismo

Trata-se de uma alteração ocular que, normalmente, acompanha doenças que afetam o cérebro.

Os músculos responsáveis pelos movimentos dos olhos devem trabalhar de forma harmônica, atuando em conjunto num equilíbrio perfeito de forças para não provocar o desvio ocular. Tais músculos são controlados pelo cérebro através de impulsos nervosos. É, exatamente, por essa razão que o estrabismo pode estar associado com frequência a doenças como paralisia cerebral, Síndrome de Down, traumas e tumores cranianos, dentre outras complicações que afetem o cérebro.

Sintomas do estrabismo

Em pessoas adultas, o primeiro sintoma que surge é a visão dupla (diplopia). Mas outros sintomas também podem estar associados, como cefaleias, tonturas, embaçamentos nos olhos ao realizar esforços visuais, etc.

Tratamento para o estrabismo

Os oftalmologistas contam com uma falta de profissionais de outras áreas com competência para auxiliar em exames e tratamentos específicos na reabilitação dos distúrbios dos músculos da oculomotricidade (extraoculares), que podem provocar disfunções sensoriais visuais e posturais.

A fisioterapia ocular vem suprir esta necessidade e tem como objetivo reeducar os movimentos dos olhos, que são realizados por seis pares de músculos extrínsecos e que recebe estímulo neurológico de três pares de nervos cranianos. Qualquer disfunção visual sensorial ou motora poderá acarretar um distúrbio oculomotor, podendo o indivíduo apresentar patologias.

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